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Mais que nunca me vejo, me percebo, me admiro, como uma masturbação psicológica me atrevo a olhar bem dentro do espelho e me perder dentro das minhas loucuras, dentro dos meus devaneios, dentro de mim.
Penso em um sonho que eu posso - ou não - realizar. 
Por imensos segundos, sou um pouco como Narciso. Me olho, me gosto, e afundo-me em mim.
Me permito ser eu, me conquisto todos os dias um pouco mais, me elogio, me faço carícias. 
Me deixo ser só, me deixo ser vago, me deixo ser lido nas entrelinhas.
Me deixo ser eu.

Mais que nunca me vejo, me percebo, me admiro, como uma masturbação psicológica me atrevo a olhar bem dentro do espelho e me perder dentro das minhas loucuras, dentro dos meus devaneios, dentro de mim.

Penso em um sonho que eu posso - ou não - realizar. 

Por imensos segundos, sou um pouco como Narciso. Me olho, me gosto, e afundo-me em mim.

Me permito ser eu, me conquisto todos os dias um pouco mais, me elogio, me faço carícias. 

Me deixo ser só, me deixo ser vago, me deixo ser lido nas entrelinhas.

Me deixo ser eu.

Era uma manhã de muito nervosismo pra mim. Iria enfrentar, mais pessoas, encarar mais uma fase da minha vida, e me orgulhava disso. Olhava ao redor. Alguns desconhecidos, muitos já de outras épocas. Conseguia enxergar a ansiedade por esse novo mundo que agora, seria um pouco da razão das nossas vidas. Não puxei conversa com ninguém, apenas observava. E aquilo era bom, me fazia bem. De algum modo aquelas três pessoas seriam parte da minha vida de uma forma que nem eu mesmo imaginava. A partir de algum momento (que até hoje eu não lembro), nós juntávamos nossas histórias, organizávamos nossos momentos, quisemos ser um time, que nunca separaria. Chegou o futuro, aquele a quem tanto tememos, eu fui para o meu lado, eles para os deles. Nossos dias, vez ou outra, batiam um de frente para o outro, como que forçados. Só os desejo toda a felicidade do mundo, são meus AMIGOS. Estiveram comigo sempre, nos bons e maus momentos.
Como já disse, meu coração sempre esteve soltando fogos de artifício porque estava com eles, sendo feliz com eles, rindo com e deles. Amo-os muito, e não tenho vergonha disso.

Era uma manhã de muito nervosismo pra mim. Iria enfrentar, mais pessoas, encarar mais uma fase da minha vida, e me orgulhava disso. Olhava ao redor. Alguns desconhecidos, muitos já de outras épocas. Conseguia enxergar a ansiedade por esse novo mundo que agora, seria um pouco da razão das nossas vidas. Não puxei conversa com ninguém, apenas observava. E aquilo era bom, me fazia bem. De algum modo aquelas três pessoas seriam parte da minha vida de uma forma que nem eu mesmo imaginava. A partir de algum momento (que até hoje eu não lembro), nós juntávamos nossas histórias, organizávamos nossos momentos, quisemos ser um time, que nunca separaria. Chegou o futuro, aquele a quem tanto tememos, eu fui para o meu lado, eles para os deles. Nossos dias, vez ou outra, batiam um de frente para o outro, como que forçados. Só os desejo toda a felicidade do mundo, são meus AMIGOS. Estiveram comigo sempre, nos bons e maus momentos.

Como já disse, meu coração sempre esteve soltando fogos de artifício porque estava com eles, sendo feliz com eles, rindo com e deles. Amo-os muito, e não tenho vergonha disso.

O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi.
Cazuza

Pra ler escutando Estéreo - Preta Gil

Você já sabia, querer ir fundo foi uma opção sua. Eu não tenho nada a ver com seus sentimentos. Frio? Não, apenas tenho que te dar a real.

Eu não sou daqueles que se apaixona, é muito raro. O que eu quero mesmo é curtir. Sou devoto da paixão. Tudo pra mim é novo, é real, é quente. E eu só quero aproveitar, só quero saber que beijei quem eu quis, menina, menino… Enfim, eu quis, me quis, to querendo, tô me querendo. Não adianta agora se fazer de criança. Você já sabia. 

Sou do vento, de quem me quiser. E eu sei, meu beijo, ninguém esquece.

“Era uma bela manhã de domingo. O sol brilhava forte lá fora, intenso, uma luz radiante que me fez ficar pronto em minutos, te chamei, você aceitou, fomos à piscina. Você, naquele dia tava mais quente que nunca, porque aquele biquininho, ah, aquele biquininho…

Enfim. Fomos à piscina, você na minha, eu na sua, há tempos que vínhamos nos olhando de outras formas, outros jeitos, eram mais abraços, mais olhares.

Assim que desci do elevador dei logo o mergulho. A água bem limpa, fria por causa da sombra que fazia o primeiro andar daquele prédio, que havíamos admirado noite passada, e aquilo - o calor -  me fazia bem, há dias o tempo estava abafado, úmido e o calor só aumentava, e você insistia naqueles biquininhos.

Quase que como uma “lady” você entrou calmamente na água, e eu vi todo o seu corpo arrepiar-se, baixei mais ainda o olhar e a água bateu nos seus seios. E que seios. Como que para tomar coragem, riu, bem de leve pra mim e mergulhou, eu apenas observei, todo o seu corpo indo contra a água. Você levantou, preocupou-se com o cabelo e saiu da água. Mais um sorriso. Como que sobressalto eu disse que você havia estado linda. Mais um sorriso.

Conversamos por minutos, eu ali, a observando brincar com a água, jogando água em mim, jogando charme em mim. Eu estava adorando aquilo. Resolvi mergulhar, e quando saí da água prendi você em um abraço e você riu, se apertando contra mim.

Mais conversa, agora mais perto. Não resisti, imprensei você na borda da piscina. Você não disse nada, nem eu. Riu e eu interrompi o sorriso com minha aproximação.

Você abriu levemente a boca, não quis apressar nada, beijei um lábio, depois o outro e o puxei. Mais um risinho seu, aos poucos encaixei minha boca na sua e nossas línguas redescobriram novos sabores.

Suas mãos puxavam meu cabelo. Minhas mãos estavam na sua cintura. Nossos corpos se apertaram, e ali nos beijamos, apenas um beijo.

E tantos outros beijos, calorosos, excitantes e queridos nos demos naquela manhã. Na piscina, no pier, na mesinha, no elevador, na porta do apartamento. Tivemos que parar. Aquilo não deveria mais acontecer. No mesmo dia fui embora e você foi mais tarde. Passamos a conversar apenas por telefone e você dizia querer algo mais, quem sabe um namoro. Prometeu até entregar-se a mim. Acho que não.

Não quis.

Você disse que eu acabei com o seu coração.

Eu disse não querer nada sério.

Você disse que eu a iludi.

Eu disse que nunca a tinha prometido nada.

E agora você segue, com seu coração quebrado e eu com minha devoção à paixão. Te querer? Talvez sim, talvez hoje, talvez quando eu quiser.”

Me sinto assim agora.

Me sinto assim agora.

(via sociedadedospoetasmortos)

Porque há amores de todas as formas. E isso muito me agrada.

(Source: what-if-the-brownies-were-gay, via sociedadedospoetasmortos)

Sempre existirão momentos em que você virá até minha mente.
Não queria, mas nesses momentos vou acabar expulsando você, da forma que for, mesmo que eu tenha que arrancar memórias boas, você não merece fazer parte de mim.

Sempre existirão momentos em que você virá até minha mente.

Não queria, mas nesses momentos vou acabar expulsando você, da forma que for, mesmo que eu tenha que arrancar memórias boas, você não merece fazer parte de mim.

Mais que nunca me vejo, me percebo, me admiro, como uma masturbação psicológica me atrevo a olhar bem dentro do espelho e me perder dentro das minhas loucuras, dentro dos meus devaneios, dentro de mim.
Penso em um sonho que eu posso - ou não - realizar. 
Por imensos segundos, sou um pouco como Narciso. Me olho, me gosto, e afundo-me em mim.
Me permito ser eu, me conquisto todos os dias um pouco mais, me elogio, me faço carícias. 
Me deixo ser só, me deixo ser vago, me deixo ser lido nas entrelinhas.
Me deixo ser eu.

Mais que nunca me vejo, me percebo, me admiro, como uma masturbação psicológica me atrevo a olhar bem dentro do espelho e me perder dentro das minhas loucuras, dentro dos meus devaneios, dentro de mim.

Penso em um sonho que eu posso - ou não - realizar. 

Por imensos segundos, sou um pouco como Narciso. Me olho, me gosto, e afundo-me em mim.

Me permito ser eu, me conquisto todos os dias um pouco mais, me elogio, me faço carícias. 

Me deixo ser só, me deixo ser vago, me deixo ser lido nas entrelinhas.

Me deixo ser eu.

Era uma manhã de muito nervosismo pra mim. Iria enfrentar, mais pessoas, encarar mais uma fase da minha vida, e me orgulhava disso. Olhava ao redor. Alguns desconhecidos, muitos já de outras épocas. Conseguia enxergar a ansiedade por esse novo mundo que agora, seria um pouco da razão das nossas vidas. Não puxei conversa com ninguém, apenas observava. E aquilo era bom, me fazia bem. De algum modo aquelas três pessoas seriam parte da minha vida de uma forma que nem eu mesmo imaginava. A partir de algum momento (que até hoje eu não lembro), nós juntávamos nossas histórias, organizávamos nossos momentos, quisemos ser um time, que nunca separaria. Chegou o futuro, aquele a quem tanto tememos, eu fui para o meu lado, eles para os deles. Nossos dias, vez ou outra, batiam um de frente para o outro, como que forçados. Só os desejo toda a felicidade do mundo, são meus AMIGOS. Estiveram comigo sempre, nos bons e maus momentos.
Como já disse, meu coração sempre esteve soltando fogos de artifício porque estava com eles, sendo feliz com eles, rindo com e deles. Amo-os muito, e não tenho vergonha disso.

Era uma manhã de muito nervosismo pra mim. Iria enfrentar, mais pessoas, encarar mais uma fase da minha vida, e me orgulhava disso. Olhava ao redor. Alguns desconhecidos, muitos já de outras épocas. Conseguia enxergar a ansiedade por esse novo mundo que agora, seria um pouco da razão das nossas vidas. Não puxei conversa com ninguém, apenas observava. E aquilo era bom, me fazia bem. De algum modo aquelas três pessoas seriam parte da minha vida de uma forma que nem eu mesmo imaginava. A partir de algum momento (que até hoje eu não lembro), nós juntávamos nossas histórias, organizávamos nossos momentos, quisemos ser um time, que nunca separaria. Chegou o futuro, aquele a quem tanto tememos, eu fui para o meu lado, eles para os deles. Nossos dias, vez ou outra, batiam um de frente para o outro, como que forçados. Só os desejo toda a felicidade do mundo, são meus AMIGOS. Estiveram comigo sempre, nos bons e maus momentos.

Como já disse, meu coração sempre esteve soltando fogos de artifício porque estava com eles, sendo feliz com eles, rindo com e deles. Amo-os muito, e não tenho vergonha disso.

O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi.
Cazuza

Pouhaaan

(via gar0to-principe)

Pra ler escutando Estéreo - Preta Gil

Você já sabia, querer ir fundo foi uma opção sua. Eu não tenho nada a ver com seus sentimentos. Frio? Não, apenas tenho que te dar a real.

Eu não sou daqueles que se apaixona, é muito raro. O que eu quero mesmo é curtir. Sou devoto da paixão. Tudo pra mim é novo, é real, é quente. E eu só quero aproveitar, só quero saber que beijei quem eu quis, menina, menino… Enfim, eu quis, me quis, to querendo, tô me querendo. Não adianta agora se fazer de criança. Você já sabia. 

Sou do vento, de quem me quiser. E eu sei, meu beijo, ninguém esquece.

“Era uma bela manhã de domingo. O sol brilhava forte lá fora, intenso, uma luz radiante que me fez ficar pronto em minutos, te chamei, você aceitou, fomos à piscina. Você, naquele dia tava mais quente que nunca, porque aquele biquininho, ah, aquele biquininho…

Enfim. Fomos à piscina, você na minha, eu na sua, há tempos que vínhamos nos olhando de outras formas, outros jeitos, eram mais abraços, mais olhares.

Assim que desci do elevador dei logo o mergulho. A água bem limpa, fria por causa da sombra que fazia o primeiro andar daquele prédio, que havíamos admirado noite passada, e aquilo - o calor -  me fazia bem, há dias o tempo estava abafado, úmido e o calor só aumentava, e você insistia naqueles biquininhos.

Quase que como uma “lady” você entrou calmamente na água, e eu vi todo o seu corpo arrepiar-se, baixei mais ainda o olhar e a água bateu nos seus seios. E que seios. Como que para tomar coragem, riu, bem de leve pra mim e mergulhou, eu apenas observei, todo o seu corpo indo contra a água. Você levantou, preocupou-se com o cabelo e saiu da água. Mais um sorriso. Como que sobressalto eu disse que você havia estado linda. Mais um sorriso.

Conversamos por minutos, eu ali, a observando brincar com a água, jogando água em mim, jogando charme em mim. Eu estava adorando aquilo. Resolvi mergulhar, e quando saí da água prendi você em um abraço e você riu, se apertando contra mim.

Mais conversa, agora mais perto. Não resisti, imprensei você na borda da piscina. Você não disse nada, nem eu. Riu e eu interrompi o sorriso com minha aproximação.

Você abriu levemente a boca, não quis apressar nada, beijei um lábio, depois o outro e o puxei. Mais um risinho seu, aos poucos encaixei minha boca na sua e nossas línguas redescobriram novos sabores.

Suas mãos puxavam meu cabelo. Minhas mãos estavam na sua cintura. Nossos corpos se apertaram, e ali nos beijamos, apenas um beijo.

E tantos outros beijos, calorosos, excitantes e queridos nos demos naquela manhã. Na piscina, no pier, na mesinha, no elevador, na porta do apartamento. Tivemos que parar. Aquilo não deveria mais acontecer. No mesmo dia fui embora e você foi mais tarde. Passamos a conversar apenas por telefone e você dizia querer algo mais, quem sabe um namoro. Prometeu até entregar-se a mim. Acho que não.

Não quis.

Você disse que eu acabei com o seu coração.

Eu disse não querer nada sério.

Você disse que eu a iludi.

Eu disse que nunca a tinha prometido nada.

E agora você segue, com seu coração quebrado e eu com minha devoção à paixão. Te querer? Talvez sim, talvez hoje, talvez quando eu quiser.”

(via i-s0lada)

Me sinto assim agora.

Me sinto assim agora.

(via sociedadedospoetasmortos)

Porque há amores de todas as formas. E isso muito me agrada.

(Source: what-if-the-brownies-were-gay, via sociedadedospoetasmortos)

Sempre existirão momentos em que você virá até minha mente.
Não queria, mas nesses momentos vou acabar expulsando você, da forma que for, mesmo que eu tenha que arrancar memórias boas, você não merece fazer parte de mim.

Sempre existirão momentos em que você virá até minha mente.

Não queria, mas nesses momentos vou acabar expulsando você, da forma que for, mesmo que eu tenha que arrancar memórias boas, você não merece fazer parte de mim.

"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi."
Pra ler escutando Estéreo - Preta Gil

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Porque às vezes a vida parece ser bem complicada e a única maneira de descomplicar e deixar esse divino quebra-cabeça masi fácil é expressar-se.

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